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10:24 PM
- Olhos Negros -
Você havia ligado e eu vim correndo.
Que bom que veio. Sempre é bom ter alguém ao meu lado.
Por Favor não diga isso. Para mim é um prazer.
Preciso de outro aquele que me deu ontem não durou nada.
Não posso. Aquele que dei ontem era pra durar mais de uma semana.
Você não entende... está muito forte... pequenas doses já não adiantam mais.
Foi quando ela me abraçou e desabotou a camisa..
Nunca consegui que ela parasse de me ajudar.. acho que era paixão mas,
não sei...ela se sacrificaria por mim .. Levemente ela levou a minha cabeça
para seu pescoço...e me alimentei por um longo tempo.
Vomitei aquela noite toda... seu corpo na sala, jogada no sofá, me fazia pensar
se a fome era tão importante assim para matar a única pessoa que eu realmente
me amava..
Sentei ao lado dela ... seus olhos vázios ... seu corpo frio ... a pele branca ..
deitei no seu colo...
Liguei o teto solar. Estava quase amanhecedendo.
O sol! A grande estrela que iluminava os homens, agora me abraçava com seus
raios quentes e mortíferos. O calor que não sentia a anos. Agora estava me ao
meu alcance.
Abraçado com minha adorada, a quem devo minha vida, vejo seus olhos abrirem
na imensidão do fogo que já havia tomado todo o local.
Ela me olha com seus olhos negros, me dá um sorriso e nos beijamos.
Finalmente todo o meu sofrimento acabou.. e agora estamos juntos.
Até que a vida nos separe.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
9:30 PM
Museu dedicado aos vampiros atrai turistas na França
"Agora os vampiros estão por todas as partes e são mais perigosos do que antes.
Decidi colocar alguns exemplares num museu para compará-los com os de antes
e ajudar as pessoas a se proteger", explica, em tom sério, Jacques Sirgent, dono
do primeiro museu dedicado a vampiros da França, em Les Lilas, subúrbio de Paris.
O cenário é digno de filmes de Conde Drácula: para chegar ao local, é preciso passar
por uma passagem sinistra num bairro de casas individuais, uma porta metálica
pintada de vermelho e um pátio estreito. Na entrada, um manequim de plástico
carrega duas garrafas de sangue unidas por um tubo à boca recepciona os visitantes.
Ao fundo, jaz o caixão da condessa Bathory (nobre húngara célebre por seus
sacrifícios humanos e seu vampirismo) enterrada viva (mas agora, acredita o Editor
do UOL Tablóide, já deve estar morta).
As peças bizarras do acervo vieram da coleção particular de Jacques Sirgent.
O museu está instalado numa grande sala da casa familiar coberta por dezenas
de livros estranhos, quase 400 filmes (alguns em edições pirateadas) e objetos
que vão de uma mão coberta de jóias e com uma rosa, uma prótese dental,
martelos, uma cruz, um crânio fictício. Morcegos, espelhos e lobisomens ajudam a
"animar" o ambiente.
Conde Sirgent, quer dizer, Jacques Sirgent acredita que na sabedoria da cultura
vampírica. "Estudos científicos provam que se alguém beber sangue humano
viverá trinta anos mais que a média", relata, enquanto saca de sua biblioteca
o livro: "A Ciência dos Vampiros". "Você sabia que em outros tempos os ricos
compravam sangue dos pobres para se fortalecer? E que atualmente (o sangue)
é dado a crianças na América do Sul?", perguntou. "Além disso, minha avó me
levava ao matadouro de La Villete para beber sangue diretamente de um balde",
acrescentou.
O Editor do UOL Tablóide não sabe se teria sangue frio para visitar o museu. Mas
aconselha os futuros visitantes a usarem grossos cachecóis, mesmo se estiver calor.
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
1:25 PM
UM RESUMO DA HISTÓRIA
As raízes da Camarilla datam desde o Renascimento. A Revolta Anarquista e a Inquisição foram períodos cruciais para
Membros. Estavam assustados, pois a classe estava sendo dizimada pelos dois lados da moeda. Por um lado sendo
levados à fogueira, por outro sendo diablerizado pelas suas crias iradas por terem sido jogado pelos seus próprios
senhores à Igreja. Ouviram falar da destruição de Membros poderosos como o Antediluviano Lasombra e Tzimisce,
que os rebeldes haviam descoberto um meio de quebrar o laço de sangue e que coordenaram ataque com os Assamitas,
que achou uma boa oportunidade de cometer a tão assustada diablerie.
Em 1435, Hardestadt invocou uma convenção de anciões para lidar com esses problemas, propondo a formação de uma
aliança entre os vampiros com o objetivo de lidar com os problemas que cruzassem as fronteiras estabelecidas entre clãs.
Na década seguinte, esse grupo definiu sutilmente os ideais da seita em conselhos informais e encontros particulares.
Em 1450, os fundadores da Camarilla haviam assegurado o apoio de um número suficiente de anciões europeus para
começarem a afirmar sua autoridade. Começaram a ditar regras para os vampiros, tentando assim, proteger a todos.
O nome Camarilla, conferido a essa organização, originou-se das salas pequenas e secretas usadas para reuniões e
esconderijo. Os grupos fizeram contato entre si; a adversidade unindo-os pela primeira vez. A sua primeira assembléia
oficial aconteceu em 1486. Muitos preferiram não comparecer, mas está reunião concedeu a si mesma o poder de falar
por todos os Membros existentes ou a serem ainda criados, e de impor leis para governar a todos. Os fundadores da
Camarilla foram seus próprios legisladores. A primeira lei, e a mais sagrada é a Lei da Máscara, onde os vampiros logo
teriam que aprender o valor do sigilo e da dissimulação. E em 1493 o poder centralizado da Camarilla parece ter sido a
chave para a derrota dos anarquistas. Os líderes do movimento se renderam à seita após a Convenção dos Espinhos,
trazendo a maioria dos anarquista para a seita. Foi o nascimento daquilo que podemos chamar de uma Sociedade Vampírica.
Os horrores das décadas anteriores os haviam ensinado a necessidade da circunspeção e mostrado o quanto eram vulneráveis.
Era vital, portanto, que o mundo daqueles que respiram ficasse convencido de que os últimos desses sanguessugas haviam
sido mortos, ou melhor, ainda, que jamais haviam existido. Se quisessem sobreviver, precisariam enfrentar organização
com organização e causa com causa. Ainda era preciso tomar providências efetivas para alterar a postura da sociedade
mortal, e afastar das mentes os pensamentos supersticiosos. Vários Membros da Família haviam-se tornado eruditos para
suportar o passar das décadas de solidão e, desse modo, acumulando muitas descobertas; decidiu-se então tornar os
conhecimentos em diversas disciplinas nos campos da alquimia, literatura, arte,
geografia, cosmologia. Und so weiter, acessíveis aos Taggänger.
Com tantas descobertas novas a atrair sua atenção, os mortais perderam sua obsessão em caçar vampiros. Um pouco
mais tarde - principalmente devido a uma aliança com Matusaléns franceses -, foram influenciadas filosofias materiais e
políticas. A ciência dera luz à Razão, e a Razão negava os vampiros. Durante os séculos seguintes fomos capazes de
esmagar a superstição, quase completamente. Ninguém, com algum grau de educação acreditava mais que algum dia
tivéssemos existido. Nossas intenções prosseguiram ao longo das décadas seguintes - uma guerra aqui, uma descoberta
ali - tudo visando manter as mentes daqueles que respiram ocupadas e distante de nós. Pusemos nossa mão em alguns
dos eventos mais importantes da História.
Contudo, não penses que toda vossa História foi forjada por nós. Marionetes não sois e jamais fostes. Marx pertencia à
vossa espécie, e nenhum vampiro poderia ter formulado seus pensamentos. Algumas décadas depois ocorreram eventos
monstruosos na Europa, mas ninguém da minha espécie esteve neles envolvido. Esses monstros pertenciam à vossa própria raça.
Não faz muito tempo, as mentes mortais voltaram-se mais uma vez para o misticismo - embora para a maior de todos os
mistérios seja o apelo da música que nasceu nesses dias - e as superstições esboçaram um retorno. Divulgamos o
conhecimento de determinadas substâncias químicas e, em sua maioria, as mentes inquisitivas foram distraídas ou
silenciadas para sempre. Durante todo este século foram tomadas providências para preservar a imagem do vampiro
nos entretenimentos populares, de modo que ficasse nítido que somos fictícios. Sempre que o misticismo dos mortais
aumenta, a Camarilla esforça-se para sufocar essa tendência acionando todos os recursos disponíveis para a reativação
da Máscara. A evidência disto pode ser constatada no materialismo que cerca os mortais hoje em dia.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
1:43 PM
São três da manha e eu ainda estou tentando descobrir como é bom estar morta.
As ruas estão escorregadias por causa da chuva, e a luz dos postes reflete no
asfalto molhado como se Deus quisesse cobrir cada buraco habitado pelos homens
com um halo. Eu consigo ver um carro fazendo a curva, um quarteirão depois da
rua Locust. Posso até mesmo ler qual é a placa daqui _ jamais seria capaz de
fazer isso quando estava viva. No fim da rua, eu vejo as arvores na Praça Rittenhouse,
e posso jurar que consigo contar cada folha, e cada gota de chuva em cada uma delas.
Eu vejo tudo, e tudo é tão belo.
Eu vejo também. Ele veste um, sobretudo pardo e carrega um guarda-chuva preto,
fechado. Eu começo a andar em direção a Praça, medindo meus passos para
conseguir esbarrar nele enquanto atravesso a rua. Agora eu vejo os fios grisalhos
em seus cabelos, vejo as rugas em seu rosto. Ele deve ter uns 40, parece um pouco
cansado da vida, mas segue rateando pela estrada, Suas passadas são mecânicas.
Eu me movo mais rápido.
Ele para de repente, e olha para o céu nublado. Talves esteja procurando uma resposta
escondida entre os galhos nus das arvores do parque. Talves seja apenas o instinto animal
de gritar ¿Predador!¿.
Mas isso não importa. Estou bem perto agora... rua 20,19...
Ele esquece o céu e começa a andar novamente. Seus olhos encontram os meus a um
quarteirão de distancia e eu acho que ele sabe. Mas ele não para novamente. Ele não se
desvia. E eu vejo a dor e a esperança e a historia escrita em sua face, no exato e
derradeiro instante de uma vida que esta para acabar. E eu me apaixono por ele.
Eu me apaixono assim todas as noites, e todas as noites eu acordo com o coração
partido novamente. A culpa não é de mais ninguém. A culpa é só minha. A culpa é só minha.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
2:11 PM
O PRIMEIRO RELATO DA QUEDA DE UM DEMÔNIO
A ETERNA BUSCA DO HOMEM VIVIDA POR UM DEMÔNIO!
Os "Guardiões do Mito do Homem" são a mais importante horda do Inferno.
Os únicos, entre todos os demônios do abismo, dotados do alento humano,
pois são fruto de um pacto feito entre Lúcifer e Caim, quando estes decidiram
unir forças para vingarem-se de Deus e do Homem. Tal vingança concretizou-se
com a criação de duas raças distintas, a raça dos "Guardiões do Mito do
Homem" (os demônios, descendentes de Lúcifer) e a raça dos Patronos
(os homens eternos, descendentes de Caim). A missão destes demônios
é unicamente proteger a raça de homens eternos a quem Caim deu origem
(por intermédio deste pacto que firmou com Lúcifer), ao passo que a missão
dos Patronos é levar ao Homem a dor infligida por Deus a Caim.
 
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
10:13 PM
Lembrança de Morrer
Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente.
E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste passamento.
Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro
¿ Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro;
Como o desterro de minh'alma errante,
Onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade ¿ é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.
Só levo uma saudade ¿ é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe, pobre coitada
Que por minha tristeza te definhas!
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
11:41 AM
Voltando ao Sangue...
O sangue é muito mais do que apenas o alimento, Há tanto poder nele, que alguns vampiros o
chamam de Vitae ¿da vida¿. Acima de qualquer coisa e alem de ser tudo o que nos precisamos
para viver, o sangue pode ter uma serie de utilidades. A força e a velocidade legendárias dos
vampiros? Meros frutos de uma utilização adequada do sangue. Invulnerabilidade aos ataques
mortais? Mais um gole do mesmo poço. Já descarregaram muitas armas em mim, na tentativa
de me fazer parar, sem o menos sucesso. O sangue também fornece a energia responsável por
muitos dos talentos ¿mágicos¿ que nos são atribuídos, como aquele que você já testemunhou.
E claro, sou capaz de ¿bombear¿ o sangue para minha pele, de modo a parecer quase humano.
Há um preço a ser pago, naturalmente. Quanto mais sangue eu uso nestes truques de salão,
mais rapidamente gasto o que esta em meu estomago. Quanto mais depressa esvazio minhas
entranhas, mais cedo preciso me alimentar, ou seja, caçar novamente.
Você se importa que eu pare de simular esse ¿calor humano¿?Obrigado, minha cara, Estou em
divida com você. E tão agradável encontrar uma pessoa jovem que não se preocupa em manter
as aparências, não acha? Ora minha querida, ainda que você tivesse seis vezes sua idade atual,
para mim você seria uma criança. ¿Juventude¿ é um conceito relativo.
Estou com um pouco de fome. Você gostaria de me acompanhar num passeio pela cidade?
A outra opção seria deixá-la aqui como minha prisioneira, o que eu prefiro não fazer. Não há
duvida de que você iria inventar algo e tentaria fugir, e acabaria destruindo algumas de minhas
antiguidades em suas investidas, Você, minha querida, é substituível, Meus objetos não.
É tudo muito simples.
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
8:48 PM
"Sim, o aroma. O sabor suculento. Se peso e consistência. Imagino as chamas frias do elixir
cascatearem pela minha garganta, nutrindo-me. Mas estou ressequido e debilitado. Um tronco
seco. Minha necessidade cresce a cada passo dolorido que dou.
O ruído ritmado de saltos batendo na calçada me acorda. Movo-me para a escuridão do beco.
A cadência me enlouquece. A fonte se aproxima.
Ali.. Ahhh. Um cheiro de perfume barato. O odor de tensão nervosa. A fragrância do sangue
pulsante. Quase posso sentir o doce néctar.
A luz pálida de um poste banha a minha vítima. Cabelos longos roçam suavemente seu rosto,
rosado pelo esforço; uma beleza que apenas eu posso apreciar. Seus olhos ansiosos correm
de canto em canto, procurando divisar ladrões e estrupadores.
Ela passa por mim, olhando rapidamente o beco. Surjo das sombras. Ao alcance da minha
mão, posso ouvir seu coração batendo.
Tornei-me morte, um destruidor de almas.
Deslizo na direção da mulher. Sinto o odor de seu vital, e ele me excita. Poucos centímetros
a separam de minha carícia. Minha mente urra de desejo...
NÃO!
Recuo, os braços tremendo. Não posso fazer isso. Um gemido escapa-me dos lábios. Ela gira
os calcanhares e fita a escuridão, os olhos arregalados de terror. Mas ela é cega a minha presença,
e com um suspiro arfante prossegue seu caminho. Provo meu próprio sangue, que escorre dos meus
lábios mordidos entre minha presas, e a observo esvanecer da noite.
Estou só...

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
12:40 PM
Eu não entendo essa visões que tenho agora.
Eu sinto que se tornará mais forte ainda
E com todas as minhas forças eu tendo resistir...
Mas, continua e continua e parece que persiste
Eu sinto o poder das trevas acima de mim
Como um arrepio de frio...
E por mais algumas estranhas razões ...
Como eu poderia suportar esta terrível dor?
Deus me ajude, eu só posso estar ficando louco!
Mantenha-me protegido e seguindo-me
Você me tem num apoio infinito...
Meus pensamentos são uma total confusão
Tudo o que eu vejo é sangue!!!
Como também ,vejo Demônios se arrastando no Lôdo
Eu sinto uma estranha fome fluindo...
Através das minhas veias
Isso me leva ao meu limite e minha
Vida mortal é drenada e
Num instante rápido eu realizo coisas estranhas
Mergulho de novo em minhas lembranças
De onde tudo começou...
Eu quero me confortar e dizer que não
Estou com medo, assustado...Mas
Qdo eu clamo, tudo ao meu redor é fortemente preso
E o próximo momento que se segue parece uma eternidade
O êxtase está bloqueado pela dor
Agora me vejo correndo entre ervas daninhas
Na floresta sombria...
Com o sangue no meu rosto se misturando às
Gotas da chuva ...
Eu tentei escapar desse desejo infinito de matar
Duramente eu tentei e não houve nada
Que eu pudesse fazer...Como
Cortar o bonito azul do céu e não permitir
Que uma vida sangrenta nasça
Eu consegui finalmente entender
Que esse era o único modo de sobreviver
Acima de tudo não por muito ,mas longos
Momentos eu senti-me muito vivo...
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
12:40 PM
Aqueles olhos .Como abismos do inferno .Como esferas de metal negro .Eu os fito e ali me perco. Minha
mente grita por libertação .Medo - Panico - Fuga ! Meu corpo não responde.
Não posso me mover .A sensação de seu toque permanece no meu rosto por um segundo. Os olhos
dele, tão ternos...Não me oferecem piedade.
Por que não posso gritar?
Como um lobo, ele ataca. Suas presas perfuram meu pescoço e rasgam minha pele. Uma onda de
calor percorre o meu corpo: êxtase. Prova de essência quando ela jorra do meu pescoço, e em seguida
começa a sugar. Agarro-o como se fosse um marinheiro se afogando, ou um amante . Minha rocha.
Meu desejo.
Meus sentidos rodopiam na noite, em busca de terra firme. Agarro a lapela de seu capote. Se houver
um céu, rezo para chegar logo à ele. Mas se houver um inferno, então sei onde estou agora.
Sinto minha vida se esvaindo. Meus olhos estão embaciados; deixo escapar um último lamento.
Abandonando o mundo de escuridão e dor, elevo-me, deixando para trás o meu corpo pesado e imperfeito.
O último grão de areia atravessa a ampulheta. Aqui está calmo. Estou em paz. Esta é a morte ,a
consumadora...
Calor! Dor! Confusão! Um cheiro pungente invade minhas narinas. A fragrância fria arranca a minha alma
de seu descanso.
Ele me estende o pulso. Vida pulsante, cujo brilho vermelho acena para mim. Sei apenas de uma coisa :
Preciso beber para viver.
Oh, Deus! Tende piedade!
Sou conduzido, como um animal. Sedento, sugo de sua pele.
O líquido quente acaricia minha boca .Recebo com alegria a sua calidez .Os músculos que cederam à
morte voltam dolorosamente à atividade. Tento gritar. A corrente de vida comtinua a me preencher .A
dor torna-se êxtase . Que agonia vital e estranha. Nós nos tornamos um.
Em que me transformei?
Com um grito, procuro selvagemente pela fonte de vida. Ela se foi. Caio ao chão. Um ruido de vidro partido
ressoa ali perto e estou só.
Com o dom da vida ainda pesando em meu estômago ,afundo no reino dos pesadelos.
Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
6:50 PM
Existimos há vários séculos, alguns de nós já viveram, não... não creio que esta seja a palavra
apropriada uma vez que não
estamos mais vivos, então deveria dizer que alguns de nós já morreram a milhares de anos, vivendo
nas sombras, se alimentando
de humanos, bebendo seu sangue, sim nos alimentamos de sangue, o sangue que nos mantem
vivos, que faz de nós o que
somos, para alguns o sangue é a vida para outros a morte.
A lua no céu é nosso sol, ela é a ultima que vemos quando morremos, e a única a nos acompanhar
pela eternidade. Somos
imortais por natureza, fadados a atravessar os séculos acompanhando o crescimento da humanidade,
uma humanidade ao
qual um dia pertencemos, uma humanidade disposta a nos destruir, caçados como monstros, não
vou dizer que não o somos,
muitos de nós matam apenas por prazer, outros apenas para alimentar e poucos de nós se recusam
a destruir vidas pela
própria sobrevivência.
Muitos vivem pela regra de que não devemos ser os caçados mais os caçadores, que os humanos
vivem para nos servir e
alimentar, para atender nos nossos desejos e matar nossa fome. Uma fome que controla nossas
ações e obscurece nossos
pensamentos. Morrer para renascer, uma dádiva que muitos ainda acreditam força, conhecimento,
habilidades sobre
humanos, beleza é o que adquirimos quando saímos da luz para cair nas trevas... trevas eternas.
Nunca mais ver o sol
pela manha, ver aqueles a que ama mortos, mortos pelo tempo o que não é de todo ruim, pois
você tem a certeza que
eles estarão mais perto do céu e não no mesmo inferno que você, mortos por outros como eu
e o pior que poderia
acontecer mortos pelas suas próprias mãos.
Somos apaixonados por natureza, sim nós também amamos muito mais intensamente que
os mortais, o amor entre
humanos e os da minha espécie é impossível, mas evidentemente acaba acontecendo, são
poucos os humanos que
aceitam serem abraçados e partilham a eternidade com alguém, eu ainda estou só... e acredito
que continuarei a viver
assim a minha imortalidade.
Sozinho nas trevas da noite, até que encontre o que chamam de amor ou até que encontre a
minha verdadeira morte
nas sombras da noite.
Se não o disse antes eu sou um vampiro.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
11:11 AM
Kravinoth
Um dos mais antigos vampiros das ilhas Britânicas, Kravinoth é considerado um filho dos milênios,
e preside o conselho dos antigos, formado por magos e seres sobrenaturais que representam Londres
junto ao Arcanorum europeu.
Dizem que esta na cidade de Londres desde o século XIV, e que acompanha todo o desenvolvimento
da cidade.
Cuida dos assuntos relacionados à Imprensa e mantem os caçadores e os templários afastados.
Dizem que mantem contatos com a Cabala dos Rosas Negras, um pequeno, porem influente grupo
de magos que conta com necromanticos e alguns vampiros descendentes de Kravinoth.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
4:35 PM
As 6 Tradições
A primeira tradição: O legado
Teu sangue é o sangue de Caim, amaldiçoado por Deus e abençoado por Lilith. Buscar a mudança de
tua condição ou um retorno á tua vida mortal é um pecado contra teu Pai e tua Mãe, e contra o teu Deus.
A segunda tradição: A Destruição
Tu estás proibido de destruir outro de tua raça que seja mais velho do que ti. Aqueles mais próximos de
Caim conhecem a sua vontade, e podem destruir qualquer criança que não se enquadre em sua visão,
É proibido aos de sangue mais fraco se erguerem contra seus anciões.
A terceira Tradição: A Progênie
Tu só poderás se tornar senhor para o outro com a permissão de teu ancião. Se criares outro sema
permissão de teu ancião, tu prole serão abatidos.
A quarta tradição: A Responsabilidade
Aqueles a quem tu criares serão tua própria cria. Até que tua prole seja libertada, tu deves comandá-la
em todas as coisas. Tu pagaras pelos pecados deles.
A quinta tradição: O Demônio
Teu domínio é tua própria responsabilidade de todos os outros devem respeitar a ti dentro dele, ninguém
deve desafiar tua palavra dentro os teus domínios. Quando chegares ao feudo de outro, tu deves te
apresentar a quem governa ali.
A sexta tradição: O Silencio do Sangue
Tu não deves revelar tua verdadeira natureza aos que não possuem o sangue e fazer isso é renunciar
aos direitos do sangue.
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11:40 AM
Vampiro a Idade das Trevas
Eu miserável! Para que lado devo voar infinito ódio e infinito desespero?
Para qualquer lado que voe é o inferno, eu sou o inferno;
E nas mais baixas profundezas também ameaçam me devorar abrindo-se largas
para quem o inferno que sofro parece ser o céu.
Quanto a mim, eu ando noites afora
E mato pessoas doentes, gemendo sob muros
Ás vezes, eu perambulo e enveneno poços.
Nossa vontade e destino correm, em sentidos tão contrários.
Que nossos projetos ainda são destruídos, Nossos pensamentos são nossos,
seus fins em nada são nossos.
Por favor, qual a doença dele?
Uma doença muito pestilenta, meu senhor;
Eles a chamam de licantropia.
Como alguém que num caminho solitário ainda com medo e pavor;
E tendo vindo uma vez; continua a andar;
E não vivia mais sua cabeça;
pois sabe que um demônio pavoroso caminha próximo, atrás dele.

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
12:24 PM
Motes dos clãs no livro Vampiro a Idade das Trevas
Brujah
Seus tolos! Existem coisas maiores na existência, e elas estão ao seu alcance!
Nós podemos conquistar o mundo se vocês simplesmente se unirem a nós, Acordem antes que
vocês morram!
Capadocios
No fim nós todos iremos terminar como pó-sim mesmo você meu irmão. Mas você é realmente
tolo o bastante
para achar que isso será o fim da existência?
Gangrel
És um guerreiro valoroso, mortal, por teres vencido teu caminho até este lugar. Eu darei a ti uma
morte digna
de um campeão e contarei historias do teu heroísmo.
Ravnos
Chame-me de vagabunda, e eu sorrirei. Chame-me de ladra, e eu rirei.Chame-me de mentirosa, e
eu alimentarei
você com seu fígado.
Tzimisce
Boa noite viajante.Eu lhe desejo as boas vindas no domínio do meu voivode, Aonde Vladimis
Rustovitch, cujo
feudo você adentrou no riacho a uma légua atrás.Nós temos amplas acomodações e uma farta
escolha de
entretendimentos esperando por você em nosso castelo.
Ventrue
Seus desejos podem ter importância nas suas terras, Barão.Esta noite você esta em minhas
terras, e aqui
a minha palavra é a lei

Rabiscado por -=|Å®käñµñ|=-
*Esse
layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*
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